Força
Musculação para os grandes grupos musculares, com progressão de carga. O músculo em trabalho usa glicose como combustível, e por isso o treino de força aparece nas recomendações para quem tem diabetes.
Diabetes e pré-diabetes
O diagnóstico de diabetes ou de pré-diabetes quase sempre vem com a mesma lista: remédio, alimentação e atividade física. A parte do exercício costuma ser a mais vaga. Fica a dúvida sobre qual tipo ajuda, quanto fazer e o que acontece com a glicose no meio do treino. Quem usa insulina ou remédio que pode baixar demais a glicemia tem motivo real para ter receio de passar mal.
Aqui você começa por uma avaliação individual, que considera os seus exames, os remédios e a orientação do seu médico, e treina em turma de até 8, com glicemia medida na sessão quando o seu quadro pede. O exercício regular faz parte das recomendações das diretrizes para quem tem diabetes, e quem acompanha a glicemia, a hemoglobina glicada e os remédios é o seu médico.
Musculação para os grandes grupos musculares, com progressão de carga. O músculo em trabalho usa glicose como combustível, e por isso o treino de força aparece nas recomendações para quem tem diabetes.
Esteira e bicicleta em intensidade moderada, controlada pelo monitor de frequência cardíaca, para ganhar fôlego e cuidar do coração, que pede atenção em quem tem diabetes.
Exercícios de equilíbrio e movimento controlado para tornozelos e quadril, que ganham importância quando existe alguma perda de sensibilidade nos pés.
Treinos distribuídos ao longo da semana. O efeito de uma sessão sobre o uso da glicose passa em poucos dias, então a frequência pesa mais do que treinos longos e espaçados.
Parte da sua equipe de saúde
Ele conhece o seu diagnóstico e diz o que precisa ser respeitado. Com a indicação, a avaliação sai pela metade do valor.
Uma hora individual para levantar o histórico e medir o seu ponto de partida.
Exercícios, carga e frequência pensados para o seu quadro e para o que o médico orientou.
Turma de até 8, profissional na sala e parâmetros medidos durante a sessão.
Um relatório com o que mudou, para quem indicou acompanhar junto. conferir: periodicidade e formato do relatório
A equipe do IMOT MovSaúde é de Educação Física. O diagnóstico e as decisões sobre o seu tratamento continuam com o seu médico.
Antes de começar
Com algum destes sinais, fale com o seu médico antes de agendar.
A combinação de exercício aeróbio, como caminhada e bicicleta, com treino de força é a mais recomendada pelas diretrizes para quem tem diabetes tipo 2. Para adultos em geral, a Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana, com fortalecimento muscular em dois dias ou mais. A proporção certa para você sai da avaliação, considerando os remédios e as outras condições de saúde.
Em geral, sim, com a liberação do médico. O treino de força está entre as recomendações para quem tem diabetes, porque o músculo mais forte tende a usar melhor a glicose. Os cuidados ficam na carga, na respiração e na atenção aos sinais de hipoglicemia, principalmente para quem usa insulina.
Durante e depois do exercício, o músculo usa glicose como combustível, e a glicemia costuma cair. É por isso que quem usa insulina ou certos remédios precisa de atenção à hipoglicemia no treino. A resposta varia de pessoa para pessoa, e os números do dia a dia, a hemoglobina glicada e o ajuste dos remédios ficam com o seu médico.
Os sinais mais comuns são tremor, suor frio, fome repentina, tontura e coração acelerado. Ao primeiro sinal, o exercício para. A orientação das diretrizes é medir a glicemia, consumir um carboidrato de absorção rápida, como suco de fruta ou refrigerante comum, e medir de novo depois de cerca de 15 minutos, voltando à atividade só com o valor recuperado. Se não melhorar ou houver confusão, é caso de atendimento médico. Na sessão, o profissional conduz esse passo a passo com você. conferir: protocolo de hipoglicemia da equipe e se a sala tem carboidrato de absorção rápida disponível
Atividade física regular, junto com alimentação e controle do peso, faz parte das recomendações para quem tem pré-diabetes, e as mudanças de estilo de vida estão entre as medidas que reduzem a chance de evoluir para diabetes tipo 2. Começar com acompanhamento ajuda a transformar a recomendação em rotina, enquanto o seu médico segue de olho nos exames.
Não. O diagnóstico, o tratamento e o ajuste de remédios e insulina ficam com o seu médico. A equipe aqui é de Educação Física, e o trabalho é exercício prescrito e acompanhado, com a glicemia de olho quando o quadro pede, seguindo o que o médico orientou.
Outros motivos para treinar acompanhado
Uma hora com um profissional para entender o seu histórico e descobrir o que o seu corpo aguenta hoje. Sem compromisso de matrícula.
Agendar avaliação no WhatsAppR. Otto Unger, 433, 2º andar · Centro · Mogi das Cruzes/SP